Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

Beds Are Burning - TckTckTck Campaign (time4climatejustice)

Debatendo o clima...

A partir de hoje, e até 18 de Dezembro, em Copenhaga, discutem-se alterações climáticas e, para evitar a catástrofe, os governantes deverão estabelecer um acordo e dever-se-á encontrar um sucessor para o Protocolo de Quioto.Assinalando o evento, hoje, mais de 50 jornais espalhados pelo mundo publicam um editorial comum, em defesa do clima.
Para que se faça alguma coisa, nós precisamos de agir também.
É por isso que sábado, dia 12 de dezembro, será o maior dia de acção global sobre mudanças climáticas da história. Milhares de cidades iluminar-se-ão com vigílias com uma única mensagem:
O Mundo Quer um Acordo para Valer!
Em poucos dias, criámos
mais de 1700 vigílias em 110 países! As vigílias são curtas e fáceis de organizar e os eventos são simples e divertidos - basta comparecer e acender uma vela. Vamos ler mensagens curtas sobre a importância de um acordo climático e depois tirar fotos para documentar o evento. Nós entregaremos uma colagem das fotos das vigílas ao redor do mundo para a comunicação social global e os governantes. Não se esqueça de levar amigos e familiares!
Se Copenhaga não justificar uma acção global massiva, o que justificará? E se nós não agirmos por um acordo climático forte, quem o fará?

In: Avaaz.org
(Relacionado com tudo isto, há ainda o Climategate - devemos acreditar nas informações que nos dão sobre as alterações climáticas, ou há interesses obscuros a manipularem os dados?...)

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

Greve - faz hoje 1 ano



E continuamos na mesma!... Até quando?

Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

Eu gosto é de viajar!...

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

O que há para comemorar no 1º de Dezembro?

NEVOEIRO
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
define com perfil e ser
este fulgor baço da terra
que é Portugal a entristecer –
brilho sem luz e sem arder,
como o que o fogo-fátuo encerra.

Ninguém sabe que coisa quere.
Ninguém conhece que alma tem,
nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ância distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...

É a Hora!
(Fernando Pessoa, Mensagem)
Patriotismo Remix
Há pouco tempo pus-me a pensar na seguinte pergunta: será legítimo uma pessoa gostar e defender o seu país se este, longe de ser recomendável, decente e organizado, for antes um país sem futuro, cheio de oportunistas, cleptomaníacos e governantes sem escrúpulos? Teremos algum dever moral de defender um país que parece ter sido capturado por uma rede de predadores que usa o poder em seu próprio benefício?
Para alguns a resposta é fácil: “o meu país, certo ou errado”. Mas este patriotismo retórico nunca me convenceu. O patriotismo não pode ser a exaltação das virtudes de um país contra os outros, nem assistir resignado ao envilecimento colectivo. Para minha informação, o meu amigo Eduardo Nogueira Pinto fez-me ver há tempos que aquela frase célebre tem uma formulação mais completa: “O meu país, certo ou errado: se certo, que se mantenha certo; se errado, que se torne certo”.
Quer dizer então que a liberdade de existirmos como país não serve de nada se não formos exigentes, críticos, insatisfeitos, até que os aldrabões e os governantes sem escrúpulos saiam dos lugares que ocupam. Os conjurados de 1640 estavam descontentes com quem os governava e resolveram por isso agir. Este é o único sentido de independência que ainda nos sobra. Já que este país é o nosso, não vamos deixar que no-lo estraguem ainda mais. É uma luta permanente.

Pedro Lomba (extracto do artigo com o mesmo título do jornal Público, 1 de Dez. 2009)

75 anos da "Mensagem"

O QUINTO IMPÉRIO
Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa,
Faça até mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar!

Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raiz-
Ter por vida a sepultura.

Eras sobre eras se somem
No tempo que em eras vem.
Ser descontente é ser homem.
Que as forças cegas se domem
Pela visão que a alma tem!
(...)
Fernando Pessoa, Mensagem
A comemoração da data conta com uma edição facsimilada da obra.

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Terão asas nos pés?

É que eles não correm; eles voam!(Os dois pés estão no ar, não é?) (Corta Mato na escola, hoje de manhã)

Sábado, Novembro 21, 2009

Para já, é o que temos...

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

"Click, Click, Click, Click" by Bishop Allen

Uma prenda...

Outra prenda...


Querido Pai Natal

Anterozóide

Terça-feira, Novembro 17, 2009

A prenda dos 25...


... vai a caminho dos 50. Ena, tantos!...

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Caminhos...

Santa Quitéria, hoje à tarde.

Quinta-feira, Novembro 12, 2009

MASSACRE SANTA CRUZ 12_11_1991 - TIMOR LESTE-

'Esperanças Rasgadas' | Poema | Xanana Gusmão

Uma lulik

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Hoje festejou-se o S. Martinho, na escola - nada de especial!
Isto nunca mais foi o mesmo desde que separaram o grupo da cevada!...

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Muros ao redor do mundo: Cisjordânia

E este, quando cairá?

The opening of the Wall at Berlin Bornholmer Strasse 1989

O Muro de Berlim caíu há 20 anos.

Domingo, Novembro 08, 2009

Manifestação de Professores

Foi há um ano - tantos e tão unidos!
Quando é que nos deixarão trabalhar como deve ser?

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Outono na escola...

Apesar do cinzento geral, por cá temos cor!

Terça-feira, Novembro 03, 2009

Oposição unida... não pode ser vencida!

Vá lá, está na hora de dar a volta a isto!
Partidos de todos os quadrantes, uni-vos!

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Nos grandes ninguém toca.

Os intocáveis
O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.
Mário Crespo, JN

Bai e num boltes!

Sábado, Outubro 31, 2009

Bodas de prata no ensino

Há exactamente 25 anos atrás, entrei por este portão e iniciei o meu percurso como professora.
Recordo-me que, apesar do entusiasmo, estava bastante nervosa.
Entrei na escola, apresentei-me na secretaria e mandaram-me ir ao conselho directivo. Subi e fui recebida por um colega excepcional, que me pôs logo à vontade - o Rui Adérito, professor de Biologia, já falecido. Era um colega excelente! Pessoa dinâmica e cheia de energia, estava de saída do conselho directivo. Dizia ele que gostava era de dar aulas; deixava o lugar das burocracias para outros. E assim foi! Pena é que também tenha deixado de dar aulas poucos anos depois, devido a um cancro que o levou em pouquíssimo tempo!...
Ponho-me a pensar no início da minha carreira, e lembro-me de tantas coisas... hei-de escrever sobre elas. Por exemplo, como era fácil conseguir um lugar no ensino e como tantos, sem vocação nenhuma, se aproveitaram do sistema e venderam tão caras algumas aulas - e agora martirizam quem sempre levou o seu trabalho a sério. Mas hoje não é dia para lembrar disso! Hoje quero é comemorar estes 25 anos que, tirando as peripécias dos últimos 4, têm sido tão bons!
Desse tempo, ficou-me o cartão do sindicato com um retrato da altura:

Tão menina que eu era!...

Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Para os Amigos

De entre todos, apenas vós
tendes direito a ver-me
fracassar. Onde caio
entre a vossa irónica
doçura implacável, convosco
partilho o pão e o espaço
e a rapidez dos olhos
sobre o que fica (sempre)
para dar ou dizer.
E de vós me levanto
e vos levo pesando
e ardendo até onde
me ajudais a ser
melhor ou talvez
menos só.
Vítor Matos e Sá, in Companhia Violenta

Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Marcha Mundial pela Paz

Marcha Mundial

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Novo encontro

Desta vez, o convívio foi em Leiria - e foi muito bom, apesar das ausências...
(Reportagem, mais desenvolvida, AQUI)

Quinta-feira, Outubro 22, 2009

Novo governo...

... nova ministra da educação.
(Anterozóide)
Esperemos que a mentira não seja um hábito!

Terça-feira, Outubro 20, 2009

Rota das Noites do Zeca


E quando é que a senhora se vai embora?

"L'arroseur arrosé"
2009-10-20
Antes de regressar à obscuridade do ISCTE onde alguém a desencantou para oferecer a Sócrates como presente envenenado, a (ainda) ministra Maria de Lurdes Rodrigues teve uma última decepção.
"Perdi os professores, mas ganhei a opinião pública", autojustificava-se ela no calor dos protestos de professores e alunos contra as suas singularíssimas políticas educativas. Uma sondagem CM/Aximage agora divulgada revela que, afinal, a tal "opinião pública" a considera o pior dos ministros de Sócrates, "chumbando-a" com 7,2 valores numa escala de 0 a 20. É o episódio típico do "arroseur arrosé": quem tanto se notabilizou pela fúria avaliadora de tudo e todos "chumbou" rotundamente quando chegou a sua vez de ser avaliada. Em "eduquês" corrente, Maria de Lurdes Rodrigues teria ficado "retida" e deveria submeter-se a um "plano de acompanhamento". Em política, no entanto, ao contrário do que se passa no sistema educativo, a condescendência é pouca quando, como é o caso, um ministro manifestamente atingiu o seu patamar de Peter de incompetência. Alguém, de facto, acredita que Sócrates irá "reter" a ministra?
Manuel António Pina, JN

Domingo, Outubro 18, 2009

À procura de dono...

Sábado, Outubro 17, 2009

Este aluno sabe o que diz...

Pedro Feijó, delegado dos alunos no Conselho Pedagógico do Liceu Camões, foi um dos participantes da cerimónia do 100º aniversário da escola, ao lado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, além do director da escola e do médico João Lobo Antunes, um dos antigos alunos.
Pedro Feijó, que discursou de improviso, criticou o que disse serem os «entraves que foram postos à democracia nas escolas pelas novas políticas de Educação» e «a linha de orientação errada que a Educação tomou», acusações que não mereceram qualquer reacção da ministra no discurso que fez de seguida.
«O que o Ministério fez foi tirar credibilidade à democracia dentro e fora da escola», sublinhou.
Entre os exemplos que considera negativos das políticas educativas do Governo cessante, o aluno apontou o novo Estatuto do Aluno, considerando que, em vez de falar dos estudantes como «os agentes construtores da escola, fala como essas pessoas iguais e padronizados, que vêm às escolas apenas para fazer os seus testes e competir por um futuro que não é garantido e que devia ser um direito».
Outro exemplo daquilo que considerou «um dos maiores ataques à democracia» é o novo modelo de gestão das escolas, que «tira a representatividade e o poder aos estudantes e outras classes nos órgãos de gestão, dando-o a agentes exteriores à escola».
«Por melhor que essa colaboração pudesse ser, não podemos prescindir de direitos tão fundamentais como a eleição do director da escola e a elaboração do regulamento interno», sublinhou, motivando fortes aplausos entre a audiência.
Mas, para o jovem estudante, pior do qualquer lei, «foi a atitude do ministério».
«Desprezou manifestações com milhares de estudantes, só por sermos menores, como se por sermos estudantes de secundário não tivéssemos uma palavra a dizer. Desprezou abaixo-assinados, incluindo um com dez mil assinaturas de estudantes, que pediram a revogação destas leis. Desprezou manifestações com várias dezenas de milhar de professores que lutavam pelos seus direitos, pelas suas escolas», sustentou.
Lusa / SOL

Sexta-feira, Outubro 16, 2009

O regresso da confraria do doce

As sextas-feiras mantêm a tradição - a Confraria do Doce continua em grande!

Terça-feira, Outubro 13, 2009

Resultados eleitorais para a câmara de Felgueiras

Fonte: Autárquicas 2009

Segunda-feira, Outubro 12, 2009

Sixto Rodriguez-Establishment Blues

Sábado, Outubro 10, 2009

Hoje é dia de reflexão


(Felgueiras, hoje à tarde)

Segunda-feira, Outubro 05, 2009

Ser Professor...

Terça-feira, Setembro 29, 2009

Coisas extraordinárias

Uma das coisas mais extraordinárias da noite eleitoral (as noites eleitorais são sempre férteis em coisas extraordinárias) foi ver o PS festejar a “vitória extraordinária” que terá sido a maioria relativa que conseguiu.O PS teve, durante quatro anos, a faca e o queijo na mão e cortou a mão. Em quatro anos perdeu meio milhão de votos, perdeu 8,5% do eleitorado (20% do “seu” eleitorado), perdeu a maioria em vários distritos, perdeu 24 deputados. Só não perdeu, pelos vistos (os hábitos não se perdem facilmente), a pesporrência absoluta, já que a maioria absoluta perdeu-a também, e absolutamente. Isto quando todos os outros partidos, da Esquerda à Direita (até o PSD), cresceram em número de eleitores e de deputados, mesmo tendo votado menos gente que em 2005.Dos 500 mil eleitores perdidos pelo PS, 200 mil vão provavelmente a crédito da ministra Maria de Lurdes Rodrigues e da sua ruinosa política educativa. Se Sócrates for coerente com o apoio acrítico que sempre lhe deu mantê-la-á no Governo. Todas as oposições aplaudirão, de olhos nas próximas eleições, esse acto de “extraordinária” firmeza.
Manuel António Pina, JN

A Mafalda faz 45 anos

Onde se vai encostar Sócrates?

Subscrevo:
Quase tudo o que é absoluto mete medo. O que aconteceu nestas eleições, eu acho, é positivo para o país. Só já numa democracia muito evoluída, ou partidos muitíssimo educados democraticamente, é que uma maioria absoluta seria tolerável, desejável acho que não o seria nunca. A abstenção foi enorme, as pessoas participam muito pouco, e as maiorias afastam as pessoas. E as maiorias geram corrupção, a norte, a sul, este, oeste. É triste, mas é assim. Não sei o que vai acontecer agora. Espero que estes resultados encostem o partido socialista mais à esquerda e não mais à direita. Penso que com a actual direcção do PS ninguém pode saber neste momento onde se vai encostar José Sócrates. Fazem-me confusão estes partidos tão dependentes de um líder. Eu elegeria como primeira coisa a fazer o debate, a luta imediata contra a corrupção. Importantíssimo o exemplo do Estado, os gestores das grandes empresas têm que ter as mãos limpas, os dos bancos. Os professores têm que ganhar mais para terem vidas mais dignas, para poderem viajar, comprar livros, para nunca pararem de aprender e poderem transmitir os seus conhecimentos. Sem o entusiasmo das pessoas, não há país que avance. Sem arte e sem cultura os países são tristes e não produzem nada. Sem a solidariedade para com os mais velhos e os mais pobres, somos todos uns canalhas. Um país de canalhas é um país que não vale nada.
Teresa Villaverde, in Público

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