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quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Perguntas e Respostas

LEITOR B- "Se quiser ter aulas assistidas, num contexto em que são raros os meus colegas que querem ser avaliados, tenho mais possibilidades de obter a menção de “Muito Bom” ou de “Excelente”?"
DARDOMEU- Matematicamente correcto, caro(a) colega. Diria mesmo mais: matematicamente correcto, segundo as leis das probabilidades. Contudo, tal atitude é, no meu entender e numa perspectiva moral, execrável, repugnante, réptil. É o equivalente a aproveitar-se de um funeral (ou algo semelhante) para assaltar a casa de um colega!
LEITOR C- "Devo sentir-me envergonhado(a) ou diminuído(a), por querer ser avaliado para mudar de escalão? É que estou mesmo a precisar de mais uns euritos para fazer face à crise global. Sei que há colegas que estão a dar o corpo ao manifesto, mas… eu não lhes encomendei o sermão!"
DARDOMEU- Caro(a) leitor(a), ser avaliado é uma prova da sua existência: “sou avaliado, logo existo”. Contudo, aconselho-o a fazer prova de vida, pois nem tudo o que existe está vivo. Basta ir a um cemitério para constatar empiricamente este fenómeno.
Mais perguntas e respostas em Dardomeu

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Brindemos aos que resistem!

"Têm razão para ter vergonha os que entregam os objectivos, os que sentem que estão a trair uma luta que levou 120 mil às ruas de Lisboa dizer bem alto que este modelo é injusto e que o rejeitavam.Têm motivos para não olhar de frente aqueles que resistem e que, dignamente, mantêm a sua posição e que não claudicam perante as ameaças (sejam elas do secretário de Estado ou de algum presidente de Conselho Executivo que gosta de mostrar as garras para disfarçar que também anda cheio de medo). Têm razão para se sentirem envergonhados quando confrontados com colegas que vivem em situações económicas bem mais difíceis, mas que teimam em provar que são Professores, que são Homens e Mulheres com princípios e gostam de andar de cabeça erguida.
O 25 de Abril é cada vez mais uma recordação distante. Agora eu percebo por que tivemos o Salazar tanto tempo. Por medo. E no entanto, havia quem resistisse. E com riscos bem maiores do que os que possa haver hoje, nesta espécie de Democracia.
É tão giro ir às manifestação, assinar abaixo-assinados e até fazer greves. Mas quando chega a hora de correr um risco -ainda que mínimo -, de mostrar coragem e dignidade, há quem acabe por entregar os objectivos...
Brindo aos que resistem!"
Brindemos, então!
(Desconheço o autor, recebi por e-mail.)

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Votação da Assembleia da República

O 1º ministro diz que não gostou de ver deputados do PS a votar a favor da suspensão da avaliação; a mim deu-me nojo ver professores a votarem contra a suspensão. Gostaria de os ver voltar à escola que têm ajudado a construir e vê-los a cumprir a legislação que têm vindo a aprovar...

quinta-feira, janeiro 22, 2009

António José Seguro respondeu-me(nos)

Exma. Senhora
Agradeço o envio do seu correio.Também eu estou preocupado com a situação que se vive nas escolas portuguesas.
Há mais de um ano que acompanho com muita atenção os desenvolvimentos decorrentes da entrada em vigor do Estatuto da Carreira Docente e do sistema de Avaliação.
Durante este período ouvi, falei e reuni com muitos professores e com os seus representantes. Desloquei-me a escolas para compreender melhor o que se estava a passar. Em Novembro do ano passado, cheguei mesmo a defender publicamente a necessidade de se abrir um processo de conversações entre o ME e os professores com o propósito de se encontrarem caminhos convergentes, no respeito pela qualidade da escola pública e pela dignidade do professor. Tudo tenho feito, na maioria das vezes em privado, para ajudar a resolver este impasse. Considero que tudo isto poderia ter sido evitado. Mas uma coisa é o nosso desejo e outra é a realidade. Na próxima sexta-feira votarei, como sempre, de acordo com a minha responsabilidade política. Terei todo o gosto em recebe-la no parlamento para lhe explicar as minhas posições e para ouvir as suas.
Com os meus melhores cumprimentos
António Seguro
PS. Aproveito para esclarecer que não sou, nem fui, professor do ensino básico e do secundário.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Tomada de Posição da Escola Secundária de Felgueiras

Vale a pena trabalhar numa escola assim: alunos impecáveis, colegas excelentes...
Eis o texto que está a ser subscrito pelos professores da escola:
Os professores da Escola Secundária de Felgueiras, em coerência com posições anteriormente assumidas, nomeadamente a manifestação de profunda discordância com o modelo de avaliação de desempenho definido pelo Estatuto da Carreira Docente e pelo Decreto Regulamentar 2/2008 e a suspensão dos procedimentos relacionados com a sua implementação, reiteram, em reunião de 14 de Janeiro de 2009, a sua profunda discordância em relação ao modelo de avaliação de desempenho, manifestando-a através da não entrega dos objectivos individuais, por considerarem também que as alterações introduzidas pelo Decreto Regulamentar 1-A/2009 mantêm o essencial do referido modelo e só se aplicam para o presente ano lectivo, não constituindo uma alternativa necessária.
Os professores apelam ainda para que decorra um processo negocial sério de revisão do ECD, eliminando a carreira em categorias, e que se substitua o actual modelo de avaliação por um modelo formativo, justo e exequível que dignifique o trabalho docente e promova uma escola pública de qualidade.
Finalmente, os professores manifestam manter a sua disponibilidade para continuar esta luta.

terça-feira, janeiro 13, 2009

Jornada de reflexão

Amanhã temos reunião geral, mas na reflexão que se fez hoje na escola já deu para ver que, por cá, as pessoas se mantêm firmes nas suas convicções. Não queremos Simplex por mais 5 meses para, depois, levarmos com toda a força com o Complex 2/2008.
Mas esperemos por amanhã!...

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Greve às aulas assistidas

Inspirados pelo frio e pelo gelo que não derrete, também nós nos mantemos firmes.
E sabe bem ouvir que a Plataforma não dorme. Boa notícia esta!

A propósito da ADD...

Esta semana, na minha escola, voltamos mais uma vez a discutir o modelo de avaliação de desempenho. Amanhã, convocados pela plataforma sindical e, na 4ª feira, ao fim do dia, pela CCAD.
Eu por cá vou continuando a ter cada vez mais certezas - apesar de ser pessoa de muitas dúvidas. E fico contente por não estar sozinha...
Reunidos em Santarém, no sábado passado, os presidentes ponderam a sua demissão, conforme foi noticiado.
A este propósito, escreve André Barata, no Blog Sedes, "Estes professores dirigentes que (...) não estão nem nunca estiveram de forma alguma ameaçados por uma avaliação (caber-lhes-ia mais o papel de avaliadores do que de avaliandos); ainda assim, estão dispostos a levar o seu desacordo até à desistência das funções dirigentes que exercem. Eu chamo a isto dignidade; há quem prefira ver, a despropósito, uma ocasião para recordar o que são ilícitos disciplinares. Honestamente, só pode não estar a ver bem."
E, mais à frente, "Este modelo de avaliação de desempenho dos professores prejudica o processo de ensino, descaracteriza a função docente, não é compreendido pelos avaliados, pode até nem ser praticável. É certo que mais tarde ou mais cedo alguém terá de corrigir o erro (sob pena de ingovernabilidade do sistema público de ensino). Por que não já?"

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Começa o 2º Período

Com a publicação do Simplex em DR, chegou a altura de assumirmos individualmente aquilo que temos vindo a defender em conjunto. E o que é que estamos dispostos a fazer?
Da minha parte, com simplex ou sem simplex, não estou disponível para colaborar com quem se tem fartado de me maltratar nestes últimos anos. E ainda por cima com ameaças!
O que pretendo, então, fazer? Para já, não entregar OI e, a 19, Greve Geral.
E depois? Vamos andando e vamos vendo...

sábado, dezembro 06, 2008

Eu não acredito nisto!

Grandes melgas! Outra vez?
DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt mostrar detalhes 21:49 (2 horas atrás)
Esclarecimento
1 - Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
2 - Os sindicatos neste processo não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o Ministério da Educação (ME) dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
3 - O ME, mantendo a abertura de sempre, que já conduzira ao Memorando de Entendimento com a plataforma sindical (ver infra), respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
4 - Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho, que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.
Acrescento: Pronto, está então na altura de voltarmos a adiar a entrega dos OI e continuarmos parados!

quinta-feira, dezembro 04, 2008

A suspensão do modelo de avaliação

Diz a senhora ministra que «Isso significaria pelo menos mais um ano com um modelo que todos dizem não defender». (Sol)
Mas há alguém que defenda este? Mas este não está já cheio de remendos? E, a concretizar-se, não precisa ainda de mais remendos?
Afinal, este já era!...
Para o ano já é tarde! Já devia ter sido ontem suspenso - suspenda-se o quanto antes!
E expulse-se este ministério! Basta!

terça-feira, dezembro 02, 2008

Modelo de Avaliação de Desempenho de Professores

AVALIADORES
Presidente do Conselho Executivo
Avalia:
- Assiduidade
- Grau de cumprimento do serviço distribuído
- Progresso dos resultados escolares dos alunos e redução das taxas de abandono tendo em conta o contexto socio-educativo
- Participação nas actividades da escola
- Acções de formação realizadas
- Exercício de outros cargos de natureza pedagógica
- Dinamização de projectos de investigação
- Apreciação dos encarregados de educação, desde que haja concordância do docente e nos termos a definir no regulamento da escola
Coordenador do Departamento Curricular:
Avalia a qualidade científico-pedagógica do docente com base nos seguintes parâmetros
- Preparação e organização das actividades lectivas
- Realização das actividades lectivas
- Relação Pedagógica com os alunos
- Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos
FASES DA AVALIAÇÃO
1.ª fase
Objectivos e indicadores
- O Conselho Pedagógico da escola define os seus objectivos quanto ao progresso dos resultados escolares e redução das taxas de abandono, que são elementos de referência para a avaliação dos docentes.
- O Conselho Pedagógico da escola elabora os instrumentos de registo de informação e indicadores de medida que considere relevantes para a avaliação de desempenho.
2.ª fase
Objectivos individuais
- No início de cada ciclo de avaliação de dois anos, o professor avaliado fixa os seus objectivos individuais, por acordo com os avaliadores, tendo por referência os seguintes itens:
- Melhoria dos resultados escolares dos alunos
- Redução do abandono escolar
- Prestação de apoio à aprendizagem dos alunos incluindo aqueles com dificuldade de aprendizagem
- Participação nas estruturas de orientação educativa e dos órgãos de gestão da escola
- Relação com a comunidade;
- Formação contínua adequada ao cumprimento de um plano individual de desenvolvimento profissional do docente.
- Participação e dinamização de projectos
Nota: Na falta de acordo quanto aos objectivos prevalece a posição dos avaliadores
3.ª fase
Aulas observadas
- O coordenador de departamento curricular observa, pelo menos, três aulas do docente avaliado em cada ano escolar.
- O avaliado tem de entregar um plano de cada aula e um portfólio ou dossiê com as actividades desenvolvidas
4.ª fase
Auto-avaliação
- O professor avaliado preenche uma ficha de auto-avaliação, onde explicita o seu contributo para o cumprimento dos objectivos individuais fixados, em particular os relativos à melhoria das notas dos alunos
- Os professores têm de responder nas fichas de auto-avaliação a 13 questões (pré-escolar) e 14 questões (restantes ciclos de ensino)
5.ª fase
Fichas de Avaliação
- O presidente do conselho executivo e o coordenador do departamento curricular preenchem fichas próprias definidas pelo Ministério da Educação, nas quais são ponderados os parâmetros classificativos.
- Os avaliadores têm de preencher uma ficha com 20 itens cada, por cada professor avaliado
- O coordenador do departamento curricular preenche uma ficha com 20 itens, por cada professor avaliado
- O presidente do conselho executivo tem de preencher uma ficha com 20 itens, por cada professor avaliado
- As pontuações de cada ficha são expressas numa escala de 1 a 10.
6.ª fase
Aplicação das quotas máximas
- Em cada escola há uma comissão de coordenação da avaliação de desempenho formada pelo presidente do Conselho Pedagógico e quatro professores titulares do mesmo órgão, ao qual cabe validar as propostas de avaliação de Excelente e Muito Bom, aplicando as quotas máximas disponíveis.
7.ª fase
Entrevista individual
- Os avaliadores dão conhecimento ao avaliado da sua proposta de avaliação, a qual é apreciada de forma conjunta.
8.ª fase
Reunião Conjunta dos Avaliadores
- Os avaliadores reúnem-se para atribuição da avaliação final após análise conjunta dos factores considerados para a avaliação e auto-avaliação. Seguidamente é dado conhecimento ao avaliado da sua avaliação.
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO
- Excelente, de 9 a 10 valores
- Muito Bom, de 8 a 8,9
- Bom, de 6,5 a 7,9
- Regular, de 5 a 6,4
- Insuficiente, de 1 a 4,9
EFEITOS DAS CLASSIFICAÇÕES
- Excelente durante dois períodos seguidos de avaliação reduz em quatro anos tempo de serviço para ser professor titular
- Excelente e Muito bom reduz em três anos tempo de serviço para ser professor titular
- Dois Muito bom reduz em dois anos tempo de serviço para ser professor titular
- Bom não altera a normal progressão na carreira
- Regular ou Insuficiente implica a não contagem do período para progressão na carreira
- Dois Insuficiente seguidos ou três intercalados implica afastamento da docência e reclassificação profissional.
(in Jornal 24 horas, acessível a todos os portugueses)
NOTA: O ME apresentou, a semana passada, um conjunto de medidas que, refere, desburocratiza e simplifica este processo. Só que não refere que o Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro não é revogado, isto é, será para manter após esta fase transitória da simplificação.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Posição do Conselho de Escolas

Na reunião de Lousada, por solicitação dos presentes, o conselheiro Pedro Araújo esclareceu os colegas sobre a posição do Conselho de Escolas:
A Sra. Ministra solicitou um parecer ao CE, relativo à ADD, e, em Setembro de 2007, o conselho elaborou um parecer que apontava dificuldades e impedimentos que impossibilitariam implementação do modelo.
A 17 de Novembro o conselho votou uma deliberação a favor da suspensão imediata da avaliação, comprometendo-se a trabalhar no sentido de colmatar as dificuldades daí advenientes.
A 24 de Novembro, de novo reunidos, são surpreendidos pela presença da Sra. Ministra e Secretário de Estado que apresentam aos conselheiros as propostas que já são conhecidas para a simplificação do processo. A reacção dos conselheiros foi diversificada: houve quem considerasse que estava encontrada a solução para a ADD, enquanto outros manifestaram a sua discordância uma vez que tinham aprovado na semana anterior um parecer favorável à suspensão, não fazendo sentido a alteração de posições. Outros ainda consideraram ser necessário estudar os documentos entregues e só posteriormente se pronunciarem.
Os representantes do Vale de Sousa e Baixo Tâmega, que tinham sido favoráveis à suspensão, referiram que precisavam de tempo para analisar o documento e auscultar a opinião dos que os elegeram para o cargo.
Portanto, ao contrário do que foi veiculado pela comunicação social, não houve nenhum consenso favorável à avaliação; houve antes opiniões diversificadas e a única votação foi a do dia 17 e esta foi maioritariamente a favor da suspensão.
E assim continuam a tentar colocar-nos uns contra os outros...

Fui convocada pela DREN

E participei numa reunião, hoje, em Lousada, presidida pela coordenadora do CAE Tâmega que, segundo a própria, estava ali para apoiar as escolas. A Sra. DREN poderia ainda aparecer durante o decurso da reunião - disse - mas não era certo, pois havia várias reuniões descentralizadas e poderia não ser possível a sua presença. (Ouvi dizer que a senhora foi durona em Amarante; será verdade? Parece impossível!)
Então, continuando, a senhora coordenadora que já sabia que "todas as escolas estão com muitos problemas" estava ali para apelar à simplificação do processo e apresentou algumas das medidas para a simplificação do modelo e que brevemente chegarão às escolas:
- garantia de avaliação por avaliadores da mesma área,
- dispensa, neste ano lectivo, dos resultados dos alunos,
- dispensa de instrumentos de registo,
- dispensa de reuniões entre avaliadores e avaliados, desde que haja acordo tácito,
- obrigatoriedade da observação de 2 aulas (ou 3, a pedido) para a obtenção da menção de Muito Bom ou Excelente,
- compensação da sobrecarga de trabalho com o pagamento de horas extraordinárias (1 hora por cada 3 avaliados),
- haverá um 11º escalão para os avalidores do 10º,
- casos dos professores de Música, Espanhol e outros deverão ser resolvidos pelas DREs,
- avaliador continua a ser obrigado a avaliar professor de outra área, se este não solicitar avaliador da sua área,
- presidente do CE será avaliado pela DRE e deve apresentar proposta para a sua avaliação,
- vice-presidentes serão avaliados por presidente,
- as quotas serão reformuladas e cada grupo terá quotas diferentes: coordenadores, titulares avaliadores, outros titulares, professores, contratados, presidente, vices, novas oportunidades,
- chegarão às escolas novas fichas que servirão de referência às escolas,
- os professores que não querem ser avaliados devem fazer essa solicitação por escrito. Eventualmente, a penalização será a não progressão.
Os esclarecimentos foram estes e, para as dúvidas colocadas por alguns dos presentes, não houve respostas. Apenas se disse que as escolas podem encontrar as soluções para muitos dos problemas e, para os outros, caberá à tutela a sua resolução.
Uma vez que na reunião estava um dos conselheiros do Conselho de Escolas, pudemos ouvir de viva voz o que por lá se passou (conto já!)

sexta-feira, novembro 07, 2008

A avaliação avança

Pois avança! Só que neste momento está no modo PAUSE - e acho que vai encravar não aqui, mas um pouco mais à frente...

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